MUSICAL A CAIXA DE AYLA

O musical A Caixa de Ayla

conta a história de um menino misterioso  que chega a uma pequena cidade. Esse menino fica amigo da menina Ayla e, juntos, eles fazem pequenas mágicas que assustam a cidadezinha. O musical aborda a incapacidade da sociedade em compreender as diversidades que todos podemos ser.

A idéia original da peça nasceu a partir do livro Bom Como o Diabo, Jorge Medauar da Academia de Letras da Bahia, e também tio-avô do produtor musical da peça, Victor Zielgelmeier. Desde o início havia a idéia de trabalhar com arte, tecnologia e música, porém havia o desafio de adaptar um livro para o formato de peça. Foi chamado o roteirista André Sutton que selecionou alguns capítulos do livro para desenvolver uma dinâmica teatral. Ao mesmo tempo foram chamados o ator/diretor William Ferreira, conhecido profissional do teatro brasiliense e Adriana Lodi, também atriz e diretora.

A partir desse núcleo desenvolveu-se um conceito para o espetáculo, com projeções que ajudassem a criar uma narrativa mais fantástica e ambientes que pudessem ser sonoramente ricos em camadas.

Com a ajuda de Chico Sassi na elaboração dos cenários e Anibal Alexandre na criação de videomapping, (que trazem ambientes como florestas, cidade, espíritos da mata etc). Assim nasceu a concepção cenográfica.

Para representarem as crianças foram chamados Maya Silvino Zielgmeier e Lucas Grossi, a primeira com experiência em cinema e o segundo vindo do ballet clássico. Os dois adolescentes aprenderam a tocar instrumentos musicais, fazem coreografias e cantam durante o espetáculo. A presença de três músicos-atores em cena também foi uma opção narrativa para fortalecer os aspectos real e lúdico, o que torna o espetáculo mais orgânico e engraçado. Houve uma preparação de elenco, conduzida pelos diretores, para ajustas os tons e intenções dos personagens para um formato ligado à Fabula, mas com jeito bem brasileiro.

Para arrematar tudo isso, foi chamado Guilherme Angelin, da Guinada Produções, responsável pela viabilização de diversas questões complexas de um espetáculo com arte, tecnologia e música.

O resultado de tudo isso é uma peça divertida, com momentos de sonho, muita música e emoção. O projeto foi realizado através de um edital do FAC-DF e teve sua primeira encenação no SESC Garagem de Brasília, com duas apresentações lotadas. Dessa vez, A Caixa de Ayla volta para mais dois dias de apresentação com duas apresentações por dia.

É muito importante para nós compartilhar esse trabalho, que envolve diversas camadas de trabalho e entendimento, dentro de uma linguagem agradável e lúdica. A Caixa de Ayla, além das apresentações no teatro, estácomeçando a usar a plataforma Youtube para trazer a contação de histórias a novos públicos. De passo em passo, esperamos levar ao público, diversão, sensibilidade e um resgate da infância tradicional.

www.minhabrasiliadf.com

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